Umbriel
Pesquisas e Inovações Tecnológicas
O Problema que estamos resolvendo.
Para a maioria das doenças neurodegenerativas, atualmente, os exames mais aplicados são os de ressonância magnética, ou PET-Scan, eletroneuromiografia, coleta de líquido cefalorraquidiano (invasivo) ou até mesmo testes genéticos.
Mesmo assim, o diagnóstico pode levar anos, pois não existe um exame definitivo, então é necessário uma bateria de exames direcionada. E mesmo após o diagnóstico correto, em alguns casos, o prognóstico da doença ainda é turvo, onde o acompanhamento da evolução ainda é de caráter muito manual, com medições com régua e observações à olho nú.
Tais fatos contribuem para o aumento com os gastos de diagnóstico, prognóstico e internação do paciente, bem como tem impacto significativo na qualidade de vida do paciente.
O nosso objetivo é fazer com que pessoas com doenças degenerativas tenham um tratamento mais rápido e eficaz.


É necessário melhorar o healthcare constantemente.
A inversão da pirâmide etária já é uma realidade em países mais desenvolvidos, onde a população é cada vez mais idosa e o número de nascimentos é diminuto. No Brasil, têm-se notado um rápido crescimento da população idosa (acima de 65 anos): em 2017 eram 28 milhões (13,5% da população total) e em dez anos essa parcela da população chegará a 38,5 milhões (17,4% da população total). Segundo estimativas do IBGE, em 2042, a população idosa deve alcançar 57 milhões de indivíduos (24,5%).
Estudos na área de gerontologia sugerem que mesmo com uma vida mais longeva a deterioração da qualidade de vida é observada em grande parte dos casos. Em um estudo publicado pela Revista Neurociências em setembro de 2021, faz a relação entre uma vida mais longeva e a incidência de doenças neurodegenerativas (especialmente Parkinson, Alzheimer e Esclerose Múltipla).
Uma população mais longeva necessitará de mais cuidados médicos e maior tecnologia para melhorar a qualidade de vida, ou seja é necessário uma melhoria constante no healthcare.
